Pesquisa Remunerada, pacientes com Artrite Reumatoide e Espondilite Anquilosante de todo o Brasil

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DorColunaPesquisa remunerada para Pacientes com Artrite Reumatoide ou Espondilite Anquilosante de todo o Brasil. Incentivo financeiro de R$ 200,00 por participante.

Requisitos obrigatório:

Idade entre 18 e 74 anos

Ser diagnósticado a mais de 1 ano

Ser usuários de Medicamento Biológico e participar dos programas de atendimento ao paciente, dos laboratórios fabricantes, conforme segue:

Usuários de Humira que estejam cadastrados no Programa “Humanizar”

Usuários de Orência – que estejam cadastrados no Programa “Vida em Movimento”

Enbrel – que estejam cadastrados no Programa “Muito Bem Vindo”

Usuários de Remicade – que estejam cadastrados no Programa “Essencial”

Usuários de Actenra – que estejam cadastrados no Programa “RelacionAR”

Os interessados devem preencher nosso formulário online:

Os dados serão repassado ao Centro de Pesquisa que fará uma pré-entrevista, caso seja selecionado a pesquisa será realizada por telefone e o incentivo será pago diretamente na conta corrente do entrevistado, em até 10 das após sua participação. O pagamento é feito pelo pesquisador diretamente ao entrevistado.

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Doenças reumáticas podem atingir pessoas de todas as idades

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Se engana quem pensa que o reumatismo é doença de velho.Veja os sintomas e tratamento dessas doenças.

O reumatismo se refere a qualquer dor nas articulações e se engana quem pensa que é doença de velho. Esse foi o tema do Bem Estar desta quinta-feira (19). Você sente dor nas articulações? Tem lúpus? Artrite? Artrose? Fibromialgia? Mostramos como combater as dores e cuidar dessas doenças. Participaram do programa a consultora e pediatra Ana Escobar e o reumatologista Cristiano Zerbini.

Cada doença tem sua característica. A artrite reumatoide ocorre quando há uma alteração do sistema imunológico, que ataca as articulações. Os sintomas mais comuns são: dor, edema, calor e vermelhidão nas articulações, rigidez matinal, deformidade das articulações. A artrite não tem cura, nem prevenção, mas pode ser controlada. Já a artrose (ou osteoartrose) é diferente da artrite. Não é uma inflamação, é um desgaste da cartilagem das articulações. Nas mulheres, acomete mãos e joelhos. Nos homens, articulação coxofemoral. Exercícios físicos são indicados para a prevenção.

Outra doença reumática é a gota, uma inflamação das articulações por acúmulo de ácido úrico. Aparece principalmente nas articulações do dedão do pé, tornozelos e joelhos. Os sintomas são: dor aguda e inchaço. Não há cura definitiva, mas dá para controlar os sintomas. O lúpus afeta vários órgãos e é uma doença autoimune. Os sintomas podem surgir de repente – dor nas articulações, febre, fadiga, lesões na pele, foto-sensibilidade. Também existe tratamento, mas não cura definitiva.

Já a fibromialgia é uma síndrome que se manifesta com dor em todo corpo, principalmente na musculatura. A dor acomete o corpo todo, além de fadiga, alteração no sono, ansiedade, depressão e alterações intestinais. Alongamento, musculação e atividades aeróbicas são indicados para melhora dos sintomas, já que não há cura.

Crianças
As crianças também podem ter doenças reumáticas. O tratamento é o mesmo. Vale prestar atenção para saber se a criança tem algum dos problemas: febre ou artrite, dificuldade de movimentar algum membro e lesões na pele.

Assista a matéria completa, com os vídeos no link: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/02/doencas-reumaticas-podem-atingir-pessoas-de-todas-idades.html

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Consórcio internacional publica o mais completo mapeamento do epigenoma humano

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Conjunto de compostos químicos é responsável pela ativação ou desativação dos genes. Os dados podem ajudar no combate ao mal de Alzheimer e câncer

Considerado o livro da vida, o genoma é escrito pelas combinações entre quatro bases químicas: A, T, G e C. Cada célula do corpo, contudo, se concentra em capítulos específicos, aqueles que trazem as instruções que elas precisam para executar suas funções no organismo. Para encontrar o papel exato que têm de desempenhar nesse enorme volume de 25 mil frases – a quantidade de genes que constituem o DNA –, elas contam com a ajuda de marcadores, que funcionam como aquelas canetas fosforescentes de destacar texto. É o chamado epigenoma, um conjunto de compostos químicos que, ao deixar sua marca nas células, regula a atividade genética. Erros nesse processo estão por trás de doenças como o mal Alzheimer, o diabetes e o câncer.

É por essa razão que o sequenciamento genético não basta para explicar o maquinário do corpo humano. Mais do que isso, os cientistas buscam compreender o epigenoma, um esforço que estimulou a criação de dois consórcios – um europeu e outro norte-americano – formado pelas mais renomadas instituições de pesquisa do mundo. Hoje, na edição on-line na revista Nature, os integrantes do projeto dos Estados Unidos divulgaram, em 24 artigos, o mapeamento epigenético de 111 tipos de células e tecidos primários humanos. Todas as informações podem ser consultadas livremente no site: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/.

O volume de trabalho analisado é 6 milhões de vezes maior que o número de genes que compõem o DNA. “Fizemos 2,8 mil experimentos, mapeando essas marcas por todo o genoma, examinando 150 bilhões de fragmentos de sequências, o suficiente para cobrir o genoma humano 3 mil vezes”, contou, em uma coletiva de imprensa, Manolis Kelli, professor de biologia computacional do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e principal autor de um dos artigos publicados. Em seguida, um computador traduziu essas informações e as separou por tipo de célula e tecido.

“Esse recurso nos permite comparar diferentes tecidos e tipos de células no nível molecular e entender o que os faz diferentes”, observou Kelli, lembrando que, embora todas as células do corpo contenham o mesmo DNA, algumas se tornarão neurônios, e outras, hemácias, por exemplo. “Em segundo lugar, com essas informações, podemos saber quais são os reguladores responsáveis por estabelecer a identidade de cada tipo de células. Por fim, nos fornecem uma referência para o estudo das bases moleculares das doenças humanas, ao revelar as regiões de controle que abrigam variantes genéticas associadas a diferentes distúrbios”, disse.

Os cientistas, por exemplo, já descobriram, graças ao projeto, que as variantes associadas à altura estão ativas nas células-tronco. As que têm ligação com diabetes 1, artrite reumatoide e esclerose múltipla ativam-se em células do sistema imune; variantes genéticas ligadas à pressão alta estão ativas no coração; já aquelas associadas a colesterol e traços metabólicos, no fígado; e as ligadas ao distúrbio do deficit de atenção, no cérebro. Surpreendentemente, nos monócitos CD14, células que conferem imunidade ao organismo, os pesquisadores encontraram variantes associadas ao Alzheimer. No total, até agora, foram identificadas regiões de controle de 58 traços genéticos.

Metilação

Ao se associar ao genoma, os compostos químicos epigenéticos não alteram a sequência de DNA, mas mudam a atividade de um gene. São modificações que não criam mutações, já que as letras continuam na ordem certa, mas são capazes de silenciar ou ativar aquele gene. Ao fazer isso, o epigenoma influencia a produção de proteínas, garantindo que determinados aminoácidos sejam produzidos apenas pelas células certas.

Um tipo muito comum de mudança epigenômica é a metilação. Esse processo consiste na adição de pequenas moléculas, chamadas grupos metis, a um gene particular, que, então, é desligado ou silenciado. Dessa forma, por exemplo, impede-se que as proteínas construtoras de ossos sejam produzidas nas células musculares, pois o epigenoma “desliga” o interruptor desse gene. No entanto, erros podem ocorrer. Quando se modifica o gene errado ou há falhas na adição de compostos químicos aos genes, isso pode levar à atividade ou à inatividade genética, o que causa doenças oncológicas, distúrbios metabólicos e degenerativos. Os erros podem ocorrer devido a processos internos do organismo ou serem desencadeados por fatores externos, como dieta e ingestão de substâncias químicas.

“Essas informações permitirão aos pesquisadores focarem em células e tecidos relevantes que, de outra forma, não teriam sido considerados ao estudar uma doença em particular”, disse, na coletiva de imprensa, Bing Ren, pesquisador do Instituto de Medicina Genômica da Universidade da Califórnia em San Diego e também coautor dos artigos publicados na Nature. “O circuito regulatório de uma diversa gama de células pode contribuir para doenças que se manifestam em órgãos aparentemente inesperados”, afirmou ele, citando o caso do mal de Alzheimer, que foi tema de um dos artigos do consórcio americano.

De acordo com Ren, embora, hoje, o sequenciamento do genoma humano possa ser feito rapidamente e a um custo baixo, a interpretação desses dados é o grande desafio. “Os 111 mapas de referência do epigenoma são essencialmente um dicionário que vai nos ajudar a decifrar cada segmento do DNA em distintos tecidos e células. Esses mapas são como imagens do genoma humano em ação.”

Em nota, Francis Collins, diretor dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, órgão que financia o projeto, disse que esse trabalho “representa um importante avanço aos esforços atuais para entender como 3 bilhões de letras do livro de instrução do DNA de um indivíduo são capazes de instruir atividades moleculares vastamente diferentes, dependendo do contexto celular. Essa efusão de publicações riquíssimas, produzidas por uma equipe de memoráveis cientistas criativos, fornece um momento poderoso para o rápido crescimento do campo da epigenômica”, considerou.

GenomaAR

Fonte: EM Tecnologia

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Projeto inclui remédios para fibromialgia e depressão no programa Farmácia Popular

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Farmácia-Popular7Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 13/15, do deputado Lucas Vergilio (SD-GO), que pretende incluir, no programa Farmácia Popular, medicamentos para disfunções tireoidianas, fibromialgia, artrite reumatoide, ansiedade e depressão.

O programa Farmácia Popular é uma iniciativa do governo para ampliar o acesso aos medicamentos para doenças mais comuns. Foi implantado por meio da Lei 10.858/04, que autoriza a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) a disponibilizar os produtos mediante ressarcimento, e pelo Decreto 5.090/04, que regulamenta a lei e institui o programa.

O programa inclui hoje 112 medicamentos, mais preservativos masculinos. Os remédios são vendidos pelo preço de custo, com uma redução de até 90% do valor de mercado, mediante a apresentação do CPF e da receita médica ou odontológica.

Vergilio argumenta que o Farmácia Popular carece do fornecimento de medicamentos para o tratamento de importantes enfermidades, entre elas as que são incluídas no programa pelo projeto.

Segundo o deputado, as doenças da tireoide são comuns no contexto da assistência primária em saúde, encontrando-se no conjunto das 25 condições mais frequentemente diagnosticadas por médicos de família.

A fibromialgia, destaca Vergilio, é uma síndrome dolorosa extremamente incômoda para aqueles por ela acometidos, cujo custeio do tratamento está fora do alcance de grande parte da população.

O mesmo acontece, de acordo com o deputado, no caso da artrite reumatoide. Estima-se que essa doença atinja 1% da população no País, aproximadamente 1,8 milhão de brasileiros, e o tratamento dos casos agressivos chega a custar R$ 5 mil por mês.

Já o impacto social da depressão inclui tanto a incapacidade individual como o fardo familiar associado à doença, ressalta Vergilio.

Por fim, o parlamentar argumenta que a medida, na forma do projeto de lei, levará a uma redução do quadro de internações de pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) – e, consequente, na diminuição de despesas públicas.

O projeto tramita em caráter conclusivo e segue para análise das comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Câmara dos Deputados Federais (20 de fevereiro de 2015)

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Saúde: Saiba um pouco mais sobre a Osteoporose

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A osteoporose é uma doença óssea metabólica comum e a principal causa de fraturas por fragilidade esquelética. Ela é caracterizada por diminuição da massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo com consequente aumento da fragilidade óssea e da susceptibilidade a fraturas.
Vários fatores de risco estão associados tanto com o desenvolvimento de osteoporose quanto com suas fraturas: história prévia de fratura, baixo peso, sexo feminino, raça branca, fatores genéticos (como existência de parente de primeiro grau com fratura sem trauma ou com trauma mínimo), fatores comportamentais (tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, cafeína e falta de atividade física regular), baixa ingestão de cálcio alimentar, estado menstrual (menopausa precoce, menarca tardia, amenorréias), uso de drogas (corticosteróides, anti-epilépticos, hormônios tireoideanos, ciclosporina), doenças endocrinológicas (hiperparatireoidismo primário, tireotoxicose, síndrome de Cushing, hipogonadismos e diabete melito), hematológicas (mieloma múltiplo), reumatológicas (artrite reumatóide), gastroenterológicas (síndrome de má-absorção, doença inflamatória intestinal, doença celíaca) e doenças neurológicas.
O Ministério da Saúde incentiva a prevenção da doença desde a infância, com a adoção de hábitos saudáveis pelas crianças que podem prevenir, ou minimizar, o aparecimento da doença na vida adulta. Medidas simples no dia a dia podem contribuir para o envelhecimento saudável. A osteoporose não provoca dor, mas pode resultar em fratura espontânea de uma vértebra enfraquecida pela doença. A osteoporose configura-se como preocupação relevante de saúde pública, devido à limitação funcional e consequente perda da capacidade laborativa e autoestima a que estão submetidas as pessoas acometidas pela doença. Por isso o diagnóstico precoce e sua prevenção são fundamentais na preservação da qualidade de vida.
Na alimentação, o consumo de porções de leite e derivados, que são as principais fontes de cálcio, é fundamental e pode ser feito na forma desnatada ou semidesnatada. Para tornar a vida ainda mais saudável, também é indicado praticar atividades físicas de baixo impacto (como caminhadas), pois o sedentarismo pode ser fator de risco para outras doenças como dores reumáticas, obesidade, diabetes e doenças cardíacas. A realização de práticas corporais e atividades físicas diminui o risco de osteoporose, doenças do coração, diabetes, depressão, certos tipos de câncer. Além disso, proporciona mais disposição, bem-estar, autonomia e a oportunidade de fazer amizades. Outra recomendação é a exposição solar do rosto, tronco e braços antes das 10 horas ou após as 16 horas por no mínimo 15 minutos, 2-4 vezes por semana, salvo por contraindicação dermatológica.
Diante do contexto apresentado, a prevenção de osteoporose e de quedas pode significar a prevenção da perda da autonomia e a manutenção da independência da pessoa idosa, bem como a conservação da sua capacidade funcional, proporcionando uma melhor qualidade de vida. Assim, diante da relevância dessa temática, o Ministério da Saúde, por meio da Coordenação de Saúde da Pessoa Idosa (COSAPI/DAET/SAS/MS), vem realizando Oficinas de Prevenção de Quedas em Pessoas Idosas, em parceria com a Coordenação Geral de Doenças e Agravos não Transmissíveis – CGDANT, estados e municípios. O objetivo dessas oficinas é reduzir o número de quedas e fraturas na população idosa brasileira, por meio da capacitação dos profissionais de saúde e outras áreas acerca da temática em questão com vistas à sensibilização dos mesmos para a realização de ações que possam abordar a prevenção.
Além disso, a 3ª.ed. da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, com previsão de distribuição para 2015, trará uma avaliação ambiental a ser realizada pelo profissional de saúde no domicílio do idoso, de forma a identificar aspectos modificáveis nos ambientes, com o objetivo de evitar quedas. Na parte de orientações para a pessoa idosa, familiares e cuidadores, também são abordados alguns cuidados importantes para a prevenção de quedas.
O Programa Academia da Saúde, os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) e as Unidades Básicas de Saúde (UBS) oferecem opções para a prática de exercícios regulares no Sistema Único de Saúde e outras orientações. Informe-se na sua unidade de saúde.
Fonte: Portal de Bragança Paulista/SP
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Artrite Reumatoide pode ter danos irreversíveis, mas podemos prevenir

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Uma recente pesquisa teve sua versão América Latina, lançada no último congresso panamericano de reumatologia, o nome da pesquisa é Artrite Reumatoide: todos juntos pela causa, em inglês RA: Join the fight.

A pesquisa foi Global e ouviu no mundo todo mais de 10.000 pessoas com Artrite Reumatoide, a pesquisa foi focada no impacto da doença sobre as pessoas. Na América Latina dos muitos indicadores, dois deles são impactantes e apontam a falta de informação da pessoa com Artrite Reumatoide na América Latina

  • 63% das pessoas com AR na América Latina acreditam que, na ausência de dor, a doença está sob controle.
  • Mais da metade (55 por cento) dos entrevistados não sabe que o dano nas juntas causado pela doença é irreversível.
    AR-LATAN

Entre os achados da pesquisa, esses dois dados chamam a atenção, pois as pessoas que acreditam que a ausência da dor não significa o controle da doença, certamente um grande número dessas pessoas, chegam a abandonar o tratamento médico e outro grande número pratica a automedicação.

Esses dois indicadores estão relativamente ligados, pois a pessoa que pode abandona o tratamento médico por acreditar que a ausência da dor é  controle da doença, não tem consciência da evolução degenerativa e deformante da artrite reumatoide sem controle, e quase sempre quando essas pessoas retomam o tratamento médico, acreditam que os medicamentos poderão recuperar os danos da doença.

Isso nos traz a reflexão,  a informação é uma forma importante de tratamento, o médico reumatologista será nosso companheiro de vida, de enfrentamento da doença para sempre e nunca, nunca podemos dar oportunidade para a doença evoluir. Cuidem-se bem!

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