Pesquisa remunerada para pacientes com Espondilite Anquilosante

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reumatismo-nutricao-joyce-doencas-reumaticas1O Centro de Pesquisa, Provockers, está selecionando voluntários para participares de pesquisa qualitativa sobre a vida com Espondilite Anquilosante, pode participar pacientes de todo o Brasil, pois a pesquisa será realizada por telefone, é necessário preencherem os seguintes critérios:

  • Diagnóstico de Espondilite Anquilosante, em tratamento com medicamento biológico;
  • Idade: entre 18 e 65 anos;

Para participar, basta preencher o formulário abaixo e aguardar a entrevista por telefone. Informamos que a pesquisadora irá aplicar um filtro, para verificar se o voluntário preenche os critérios da pesquisa. Aos voluntários selecionados, será pago um incentivo financeiro no valor de R$ 50.00, pago, diretamente pela pesquisadora Provockers.

 

 

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Filme: Palavra e Imagens, retrata a readaptação de vida, de uma pessoa com artrite reumatoide

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Um filme onde a atriz principal, Juliette Binoche, convive com artrite reumatoide, na vida real e na interpretação da personagem Dina Delsanto, uma professora de arte, com a capacidade de pintar afetada pela artrite reumatoide, busca a adaptação da arte de pintar, utilizando técnicas próprias, pinceis adaptados, mostrando o misto entre paixão pela arte e dor a cada pincelada.
Dina, uma artista conceituada, resolve se mudar para uma pequena cidade onde vive sua família, expressando a sua fragilidade, causada pelo avanço da doença, já faz uso de apoio para andar e têm suas mãos com deformidades aparentes.

Cenas marcantes, facilmente reconhecidas e vividas por qualquer pessoa que convive com artrite reumatoide. Uma delas, é a dificuldade para abrir um pote de remédio, Dina, cheia de dor, tenta abrir um pote de remédio, utiliza um adaptador de tampas, ainda assim não consegue, no desespero da dor, ela pega um martelo de carne e quebra o pote de remédio, conseguindo tomar o comprimido, no entanto, os comprimidos caem por toda a cozinha, Dina, então, resolve pedir ajuda a irmã e diz “Sabine, eu não estou conseguindo tirar a roupa, a dor está me matando”, essa cena expressa com sensibilidade a realidade de uma pessoa com AR, confesso, eu chorei.

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Dina, vive um conflito com a limitação trazida pela doença e a dificuldade para pintar, buscando alternativas de reabilitação, adapta pinceis presos em uma coluna de madeira, se apoia em cadeira de rodas e utiliza órteses para conseguir pintar telas grandes.

A melhor cena do filme, é bastante comum, para os jovens com AR ou AIJ, ao iniciar relacionamento com o professor Marcus, Dina diz: “Você tem que ter cuidado, com o meu corpo”, Marcus diz: “Você só tem que me dizer o que dói e onde.”

"Você tem que ter cuidado, com o meu corpo"... "Você só tem que me dizer o que dói e onde."

“Você tem que ter cuidado, com o meu corpo”… “Você só tem que me dizer o que dói e onde.”

História do filme:
O filme mostra a relação de competição entre Dina, professora de artes e Marcus, professor de inglês, que se tornam rivais, ao lançar na escola uma competição entre qual meio de comunicação é mais importante, a palavra ou a imagem. Jack Marcus está passando por problemas com o álcool que afeta sua profissão, e Dina, apesar de suas dificuldades com a artrite reumatoide, consegue, ajudar Marcus a recuperar sua credibilidade como homem e profissional.

Palavras e Imagens, foi escrito pelo roteirista Gerald Di Pego, ele que teve um amigo muito próximo, que conviveu metade de sua vida com artrite reumatoide, por isso, a sensibilidade de mostrar a realidade de vida da pessoa com AR.

Eu gostei bastante do filme, assisti durante um voo longo e por diversos momentos fiquei emocionada.

Assista Palavras e Imagens, online e de graça:

Link 1: www.locadoramagica.net/filmes/assistir-palavras-e-imagens-dublado-online

Link 2: www.filmesonlinegratis.net/assistir-palavras-e-imagens-dublado-online.html 

Ficha técnica:

Título Words and Pictures (Original)
Ano produção 2013
Dirigido por Fred Schepisi
Estreia
2013 ( Mundial )
Duração 111 minutos
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Prevalência de anemia na artrite reumatóide

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Artrite reumatóide (AR) é uma doença autoimune poliarticular, afetando cerca de 1% da população adulta. A doença se caracteriza por hiperplasia de sinoviócitos, principalmente fibroblastos sinoviais, resultando em destruição óssea e articular. Estudos recentemente publicados revelaram um papel crucial das citocinas e de outros mediadores da inflamação na evolução não só da síndrome articular, mas também de toda uma gama de manifestações sistêmicas da doença. Em particular, a síndrome anêmica é uma manifestação muito comum da inflamação reumatóide.

De acordo com a literatura, a anemia ocorre em 30%-70% dos pacientes com AR. Há diferentes tipos de anemia, inclusive anemia por deficiência de ferro (ADF), anemia da doença crônica (ADC), anemia megaloblástica, anemia hemolítica e anemia COMBI, que podem ocorrer em pacientes com AR. Algumas causas de anemia são: alterações no metabolismo do ferro em decorrência de lesões da mucosa do trato gastrintestinal causadas por medicação esteróide, ou metotrexato;

encurtamento da vida dos eritrócitos, ou sua produção inadequada pela medula óssea.

Hoje em dia, já ficou claro que as citocinas inflamatórias liberadas durante a ADC podem alterar o metabolismo sistêmico do ferro, mediante a indução de um excesso na síntese de hepcidina, o hormônio regulador do ferro. Considerando que a hepcidina inibe a exportação do ferro celular mediante o bloqueio da atividade da ferroportina, um excesso de hepcidina é a causa da hipoferremia e da eritropoese limitada pelo ferro, observadas em casos de ADC.

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Referências

GANNA, S. Prevalência de anemia na artrite reumatoide, Rev Bras Reumatol, v.54, n.4, p.257-259, 2014.

Por Joyce Rouvier

Fonte: Estado de São Paulo

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Entenda a diferença entre artrite e artrose

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Ambas são doenças reumáticas, mas muita gente ainda faz confusão na hora de identificar artrite e artrose e procurar o tratamento indicado. A reumatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Elisa Terezinha Hacbarth Freire, explica as diferenças e orienta: “Qualquer pessoa pode desenvolvê-las. Por isso, a informação e o conhecimento de suas existências e manifestações, bem como um diagnóstico e tratamento precoce com um reumatologista habilitado, são primordiais.”

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De acordo com a especialista, o termo artrite significa inflamação na articulação, ou seja, uma articulação aumentada de tamanho, dolorida e, às vezes, com calor e vermelhidão local que causa dificuldade na realização de movimentos cotidianos. “Ocorre em vários tipos de doenças reumáticas, sendo a artrite reumatóide a mais conhecida”, completa.

Já a artrose é uma condição com pouco ou nenhum sintoma específico que evolui lenta e progressivamente, geralmente em pessoas acima dos 50 anos. O problema normalmente se apresenta como deformações progressivas, pela alteração da cartilagem, como nódulos nos dedos de mãos e formação de osteófitos (os famosos ‘bicos de papagaio’), em especial na coluna vertebral. “A ocorrência de dor nesses pacientes é variável, e as alterações radiológicas podem ser apenas um ‘achado’ – ou seja, descobri-las ao fazer um RX por outro motivo qualquer.”

Ainda segundo a Dra. Elisa, o tratamento de uma doença reumática varia conforme a sua classificação. No entanto, um ponto comum é a utilização de anti-inflamatórios como medicação de primeira linha.

Os anti-inflamatórios podem ser basicamente de dois tipos: os denominados não hormonais como os diclofenacos, oxicans (peroxicam, tenoxicam, etc), ninemisulide, cetoprofeno, ibuprofeno, entre outros, que, basicamente, inibem a produção de prostaglandina, um mediador da resposta inflamatória; e os anti-inflamatórios hormonais que são o grupo dos corticosteroides (mais potentes em uso).

Não existe uma forma útil para se prevenir muitas das doenças reumáticas porque existe para algumas um padrão genético herdado que favorece o desenvolvimento da doença. Por isso, a informação da população e o diagnóstico precoce são os dois aspectos cruciais para uma boa evolução de cada caso.” A definição diagnóstica precoce, a introdução de tratamento específico e o acompanhamento por uma equipe bem formada, podem modificar, em muitos casos, a história da doença e do paciente.

COMPLEXO HOSPITALAR EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.400 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 – Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, conquistado pelo quarto ano consecutivo em 2014.

Rua Borges Lagoa, 1.450 – Vila Clementino, zona sul de São Paulo.

Tel. (11) 5080-4000

Site: www.hpev.com.br

Por: TREE COMUNICAÇÃO

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Cientistas estudam pílula que substitui exercício físico

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gordinhoA criação de uma pílula contra a obesidade, capaz de imitar o efeito emagrecedor de exercícios aeróbicos, como a corrida, pode estar mais próxima. Em um estudo publicado nesta segunda-feira, pesquisadores da Universidade Harvard revelam ter identificado duas moléculas que, uma vez dentro das células, reduzem o excesso de gordura acumulada e aumentam o gasto calórico.

A pílula, no entanto, não substitui os outros benefícios das atividades físicas, como aumento da massa muscular ou melhora da saúde cardiovascular. Além disso, trata-se de uma pesquisa em fase inicial, realizada em laboratório. Portanto, uma abordagem desse tipo ainda não está disponível.

No estudo, cientistas do Instituto de Células-Tronco de Harvard analisaram células-tronco humanas e, a partir de um banco de dados de 1 000 compostos, identificaram dois que podem desencadear o processo que transforma gordura branca, ou “ruim”, em gordura marrom, ou “boa”.

Gordura corporal — O tecido adiposo de uma pessoa é constituído por dois tipos de gordura: a branca e a marrom. A energia excedente do corpo é estocada como lipídio nas células de gordura branca. Quando um indivíduo não gasta tantas calorias quanto consome, o organismo produz mais células de gordura “ruim” para estocar essa energia excedente.

Já a gordura marrom libera a energia excedente para, por exemplo, manter a temperatura do corpo. Ela também é capaz de reduzir o tamanho das células de gordura branca. Por isso, é considerada como “boa” e uma possível aliada contra a obesidade e doenças relacionadas.

Mecanismo — Em testes feitos no laboratório, os pesquisadores observaram que os dois compostos identificados são capazes de transformar células-tronco de gordura, fazendo com que elas deixem de produzir células de gordura branca e passem a gerar gordura marrom. É o processo desencadeado por atividades físicas aeróbicas, como caminhada, corrida e natação.

A nova pesquisa, publicada na revista Nature Cell Biology, ainda deverá passar por outras etapas para que a descoberta resulte em uma pílula milagrosa. Um dos motivos é o fato de ambos os compostos poderem, a longo prazo, levar a reações inflamatórias do organismo e comprometer o sistema imunológico. Por isso, as substâncias precisam sofrer modificações nos estudos futuros.No entanto, um desses compostos já é aprovado nos Estados Unidos para o tratamento de artrite reumatoide, doença autoimune que provoca inflamação nas articulações.

“A boa, ou má, notícia é que a ciência é lenta: ter provas em relação a um conceito leva uma enorme quantidade de tempo. Nós pensamos que trabalhar com células-tronco levaria à descoberta de novos medicamentos e terapias, e agora isso está realmente começando a acontecer. Uma década de trabalho científico árduo está valendo a pena”, diz Chad Cowan, professor da Universidade Harvard e coordenador do estudo.

Fonte: Revista Veja

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composto-anti-inflamatorio (1)A nova droga tem como alvo um peptídeo conhecido como C5a, um componente do “sistema do complemento”, que desempenha papel mediador na dor inflamatória.

Uma nova substância, por enquanto conhecida apenas como DF2593A, apresentou em testes com animais uma capacidade de reduzir em até 80% a dor resultante de quadros inflamatórios agudos e crônicos.

Em modelos de dor neuropática, causada por lesão nos nervos, o índice de redução da dor chegou a 60%.

A pesquisa está sendo conduzida pela equipe do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias em parceria com o laboratório farmacêutico italiano Dompé.

“Estamos, no momento, realizando os testes toxicológicos e, caso sejam bem-sucedidos, poderemos planejar ensaios clínicos. Nosso objetivo é desenvolver um novo medicamento para dor com menos efeitos adversos que os anti-inflamatórios hoje disponíveis,” disse Thiago Mattar Cunha, professor da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto (SP).

Dor inflamatória e dor fisiológica

A nova droga tem como alvo um peptídeo conhecido como C5a, um componente do “sistema do complemento”, que desempenha papel mediador na dor inflamatória.

“O sistema do complemento é um conjunto de proteínas plasmáticas que se ativam por meio de uma reação em cascata, isto é, cada componente ativado é capaz de ativar o outro componente do sistema. Isso ocorre durante processos inflamatórios ou infecciosos”, explicou Cunha.

Foram feitos ensaios de farmacocinética, nos quais os pesquisadores observaram que o composto é absorvido por via oral e permanece no plasma sanguíneo por pelo menos 12 horas após a administração.

O passo seguinte foi tratar por via oral diversos modelos animais de inflamação crônica e aguda. A dor neuropática pode ser causada por doenças como diabetes ou efeitos adversos de drogas quimioterápicas. Já as dores inflamatórias crônicas são comuns em quadros de artrite reumatoide e artrose.

“O mais interessante é que o composto foi capaz de bloquear a dor inflamatória sem afetar a dor fisiológica, que é importante para a sobrevivência. Ou seja, a capacidade de resposta a um estímulo doloroso se manteve nos animais não inflamados quando tratados com DF2593A, o que não acontece quando se administra derivados de morfina, por exemplo”, comentou Cunha.

Fonte: Diário da Saúde – Agência Fapesp

 

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